sandro moura presidente sindesp foto ascom 01042019O presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Sergipe (Sindesp), Sandro Moura, comemorou a realização da Operação Segurança Legal III, realizada pela Polícia Federal 26 estados e no Distrito Federal, com o objetivo de coíbir o exercicío ilegal da atividade de segurança particular em estabelecimentos comerciais e de frequência de público. A operação resultou na autuação de cinco pessoas, com a prisão de um indivíduo que estava praticando porte ilegal de arma de fogo, o que coloca em risco a vida das pessoas e das empresas que contratam os serviços de empresas que atuam à margem da lei.

A prisão do vigilante aconteceu no bairro Cidade Nova, em um supermercado que contratou pessoas inaptas para a realização da atividade de serviços de segurança, após a verificação da atuação irregular da empresa e dos seguranças que estavam no estabelecimento. A segurança privada é uma atividade cuja práticasomente pode ser exercída por profissionais capacidatos, empregados em empresas que tenham autorização do Ministério da Justiça e da Palícia Federal para sua atuação. Sandro Moura comentou a ação da PF e destacou que empresas irregulares colocam a vida das pessoas em risco por não terem a certificação para atuar, bem como não possuírem profissionais qualificados para a atividade.

* Riscos
" A Policia Federal merece os cumprimentos pela atuação eficaz no combate aos piratas que invadem o mercado de segurança privada. Esse tipo de serviço praticado por clandestinos é um risco para as pessoas e para toda a sociedade, por não ter garantia de eficácia na sua atuação, já que estão sem regulamentação para isso, Exercer a atividade de forma irregular é crime. A pessoa que contrata estera ter proteção, mas pode estar colocando elementos cuja vida não se tem conhecimento, por exemplo, em termo de antecedentes criminais, além de não possuírem capacitação fisica ou aptidão psicológica para lidar com a proteção patrimonial e de pessoas. Além disso, existe o risco de o armamento utilizado não ser registrado e ter sua origem de atividades ilegais. A segurança é uma atividade que exige muitos cuidados e critérios para seu exercício. Sem isso, a presuntiva proteção se torna um grade risco para todos, inclusive ameaçando a vida das pessoas", disse o presidente.

* Certificados
De acordo com informações do Sisndesp, no Brasil existem cerca de 2.500 empresas certificadas para atuar no mercado de segurança privado. Entretanto, o número de empresas irregulares pode ultrapassar as 10 mil, As empresas que atuam de forma ilegal não contribuem com a arrecadação de impostos, com a atuação de força suplementar da segurança pública e da proteção de bens e vidas, haja vista o grande número de pessoas assassinadas em ataques contra estabelecimentos que contratam empresas de segurança irregular.
O sindicato alerta que para o exercício da atividade de segurança privada, priteção pessoal, vigilância ostensiva e transporte de valores, é obrigatório que as empresas estejam regularizadas em diversos critérios, Para a atuação, as empresas elaboram um plano de seguança específico para cada contratante, nos quais constam o número de profissionais em atuação, o sistema de monitoramento eletrônico, tipo de alarme utilizado e ações especifícas que garantam a proteção das vidas das pessoas e do patrimônio a ser resguardado. Sandro lembra que a função principal da segurança privada é proteger vidas.

"Investir em segurança é investir em sua proteção e em sua defesa contra as ações criminosas. Atuamos com total sintonia com as forças armadas do estado para garantir que todos esjam guarnecidos pela nossa atividade fundamental, que é proteger vidas, razão maior da existência das empresas", afirmou Sandro Moura.

Fonte: Jornal do Correios

 

 

 

 

 

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